Sistemas de contenção em taludes rodoviários e o enfoque técnico de Elmar Juan Passos Varjão Bomfim aplicados à segurança viária. Conteúdo de Elmar Juan Passos Varjão Bomfim
Sistemas de contenção em taludes rodoviários e o enfoque técnico de Elmar Juan Passos Varjão Bomfim aplicados à segurança viária. Conteúdo de Elmar Juan Passos Varjão Bomfim
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Sistemas de contenção em taludes rodoviários e o enfoque técnico de Elmar Juan Passos Varjão Bomfim

Elmar Juan Passos Varjão Bomfim percebe que taludes rodoviários deixam de ser um tema “secundário” quando a instabilidade passa a ameaçar a segurança viária e a continuidade de circulação. Escorregamentos, erosões e quedas de blocos podem acontecer de modo progressivo, com sinais discretos, ou de forma abrupta após chuvas intensas, por isso a engenharia precisa tratar contenção como parte do desempenho do corredor, e não como correção tardia.

Ainda que existam várias soluções disponíveis, a escolha depende do mecanismo de instabilidade e das condições do terreno. Além disso, obras em rodovias carregam restrições de acesso, tráfego e tempo de intervenção, portanto o projeto deve conciliar segurança, execução controlada e manutenção futura, evitando soluções que funcionem apenas no curto prazo.

Diagnóstico geotécnico e identificação do mecanismo de ruptura

Elmar Juan Passos Varjão Bomfim nota que a contenção só é eficiente quando o diagnóstico identifica o mecanismo de ruptura com precisão. Taludes podem falhar por perda de resistência no solo, aumento de poropressão, presença de descontinuidades em rocha, erosão na base ou alteração do regime de drenagem. Desse modo, sondagens, mapeamento geológico, inspeções de campo e leitura de histórico de ocorrências orientam a decisão entre estabilizar, reforçar, drenar ou reprojetar a geometria.

Por outro lado, sinais de instabilidade precisam ser tratados como dado técnico. Trincas, degraus de abatimento, surgência de água e deformações em dispositivos de drenagem indicam evolução do problema, logo a engenharia deve definir níveis de criticidade e medidas de resposta. Assim, o projeto evita intervenções genéricas e direciona recursos para o que realmente reduz risco de ruptura.

Drenagem como componente central da estabilidade

Conforme analisado por Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, drenagem é frequentemente o fator que define a estabilidade do talude, porque água altera tensões e reduz resistência. Canaletas de crista, descidas d’água, dissipadores e proteção de base precisam ser dimensionados para o regime de chuva e para o comportamento do terreno, caso contrário a obra de contenção passa a operar com um agente de deterioração permanente.

Ademais, drenagem interna pode ser necessária para reduzir poropressão e controlar surgências, especialmente em solos finos e encostas com lençol elevado. Nesse sentido, drenos horizontais, geocompostos e camadas drenantes devem ser previstos com acesso para manutenção, pois entupimentos anulam o efeito com o tempo. Por conseguinte, estabilidade e operação caminham juntas, e a engenharia precisa considerar a confiabilidade do sistema, não apenas o estado inicial.

Escolha do sistem

Em sistemas de contenção em taludes rodoviários e o enfoque técnico de Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a engenharia prioriza estabilidade e durabilidade. Produção de Elmar Juan Passos Varjão Bomfim.

Em sistemas de contenção em taludes rodoviários e o enfoque técnico de Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, a engenharia prioriza estabilidade e durabilidade. Produção de Elmar Juan Passos Varjão Bomfim.

a de contenção e compatibilização com a rodovia

Elmar Juan Passos Varjão Bomfim entende que a escolha do sistema de contenção deve ser compatível com a rodovia e com o tipo de material do talude. Muros de gravidade, solo reforçado, cortinas atirantadas, grampos, telas e barreiras dinâmicas respondem a mecanismos diferentes, portanto a solução precisa alinhar capacidade resistente, deformabilidade admissível e velocidade de execução. Ainda assim, decisões sobre fundação, ancoragens e materiais devem levar em conta acessos, interferências e restrições de faixa, para evitar obras que travem a operação.

Ao mesmo tempo, a contenção não deve ser pensada isoladamente, porque cortes e aterros interagem com drenagem, pavimento e dispositivos de segurança viária. Dessa forma, compatibilizar guarda-corpos, sarjetas, acostamentos e rotas de manutenção reduz pontos frágeis e melhora a previsibilidade do conjunto. Assim, a engenharia transforma uma intervenção local em melhora efetiva do desempenho do corredor.

Monitoramento, manutenção e redução do risco residual

Segundo Elmar Juan Passos Varjão Bomfim, toda contenção deixa um risco residual que precisa ser gerenciado, especialmente em encostas com histórico de movimentação. Monitoramento com marcos, inclinômetros, inspeções periódicas e verificação pós-chuva ajuda a detectar evolução antes que o problema se torne emergencial. Logo, o projeto deve prever pontos de inspeção e rotinas de acompanhamento, evitando depender apenas de percepções ocasionais.

Assim, nota-se que a manutenção de drenagens, o reparo de erosões superficiais e o controle de vegetação fazem parte da estabilidade no longo prazo. Nesse contexto, Elmar Juan Passos Varjão Bomfim ressalta que soluções robustas são aquelas que consideram operação e manutenção desde o início, com acessos, materiais adequados e procedimentos claros. Por fim, uma contenção bem projetada reduz interdições, preserva segurança e sustenta a continuidade da infraestrutura rodoviária.

Autor: Nester Petrisko

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